terça-feira, 20 de julho de 2010
Bonequinhas Kokeshi

Estas bonecas representam um aspecto da fascinante cultura japonesa.
Uma curiosidade metafórica é sobre a origem do nome destas bonecas.
Embora o nome oficial da Kokeshi seja "小芥子", sua verdadeira denominação original seria "子消し", significando "crianças perdidas". Na região de Tohoku, quando as vilas enfrentaram intensa escassez de alimentos, crianças foram sacrificadas e serviram de alimento - e esta seria a razão para a perda dos braços e pernas destas antigas bonecas.
sábado, 17 de julho de 2010
Sushi
A culinária japonesa é conhecida por rica e saudável.
Existe uma gama de pratos diferente de sushi.
Vou aqui apresentar um dos pratos do sushi, mas não se esqueçam que o melhor é conhecer mesmo, o tal ambiente onde tirem os sapatos e se sentem no chão.
Prepare o sushi da seguinte maneira: em uma esteirinha de madeira ou papel alumínio coloque 1 folha de alga, com a face brilhante para baixo. Divida o arroz em 2 partes.
Distribua em cada folha 1 porção de arroz (espalhe o arroz com a ponta dos dedos molhados em água ou com as costas de uma colher de sopa molhada), até obter uma camada homogénea, tomando o cuidado de deixar as bordas livres para depois poder enrolar).
Coloque metade da quantidade do Atum e os palitos de pepino, formando uma tira (não espalhe o recheio sobre o arroz). Com a ajuda da esteirinha, enrole a alga em volta do arroz recheado, formando um rocambole. Pressione a esteirinha em volta do rolo para modelar. Feche as beiradas da alga com a ponta dos dedos molhados.
Com uma faca de cozinha bem afiada, corte cada rolo em cerca de 12 fatias de aproximadamente 1,5 cm.
Sirva os rolinhos acompanhados com molho de soja.
Para fazer o arroz: lave bem meia xícara (chá) de arroz próprio para sushi, esfregando-o com as mãos, até a água ficar transparente. Coloque numa panela e junte 1 xícara (chá) de água. Deixe descansando por 30 minutos. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por 20 minutos ou até o grão ficar macio. Retire a panela do fogo e deixe descansando, tampada, por cerca de 5 minutos.
Em uma tigela, junte 1 colher (sopa) de vinagre de arroz, 1 colher (chá) de açúcar e meia colher (chá) de sal. Misture até ficar bem dissolvido.
Transfira o arroz para uma tigela grande e acrescente a mistura de vinagre, incorporando delicadamente com a ajuda de uma espátula de madeira ou garfo molhado em água. Deixe esfriar em temperatura ambiente, antes de utilizar.
- Se a alga não for “yakinori” (pré-tostada), segure cada uma com uma pinça e balance sobre o fogo por alguns segundos até ficar crocante, para obter um sabor mais adocicado e delicado.
Existe uma gama de pratos diferente de sushi.
Vou aqui apresentar um dos pratos do sushi, mas não se esqueçam que o melhor é conhecer mesmo, o tal ambiente onde tirem os sapatos e se sentem no chão.
Prepare o sushi da seguinte maneira: em uma esteirinha de madeira ou papel alumínio coloque 1 folha de alga, com a face brilhante para baixo. Divida o arroz em 2 partes.
Distribua em cada folha 1 porção de arroz (espalhe o arroz com a ponta dos dedos molhados em água ou com as costas de uma colher de sopa molhada), até obter uma camada homogénea, tomando o cuidado de deixar as bordas livres para depois poder enrolar).
Coloque metade da quantidade do Atum e os palitos de pepino, formando uma tira (não espalhe o recheio sobre o arroz). Com a ajuda da esteirinha, enrole a alga em volta do arroz recheado, formando um rocambole. Pressione a esteirinha em volta do rolo para modelar. Feche as beiradas da alga com a ponta dos dedos molhados.
Com uma faca de cozinha bem afiada, corte cada rolo em cerca de 12 fatias de aproximadamente 1,5 cm.
Sirva os rolinhos acompanhados com molho de soja.
Para fazer o arroz: lave bem meia xícara (chá) de arroz próprio para sushi, esfregando-o com as mãos, até a água ficar transparente. Coloque numa panela e junte 1 xícara (chá) de água. Deixe descansando por 30 minutos. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por 20 minutos ou até o grão ficar macio. Retire a panela do fogo e deixe descansando, tampada, por cerca de 5 minutos.
Em uma tigela, junte 1 colher (sopa) de vinagre de arroz, 1 colher (chá) de açúcar e meia colher (chá) de sal. Misture até ficar bem dissolvido.
Transfira o arroz para uma tigela grande e acrescente a mistura de vinagre, incorporando delicadamente com a ajuda de uma espátula de madeira ou garfo molhado em água. Deixe esfriar em temperatura ambiente, antes de utilizar.
- Se a alga não for “yakinori” (pré-tostada), segure cada uma com uma pinça e balance sobre o fogo por alguns segundos até ficar crocante, para obter um sabor mais adocicado e delicado.
A vida é inesperada!
Nunca acordaram, num Domingo de manhã, a pensarem que iriam ter um dia aborrecido? Com aquela disposição de mau humor?
Pois é, às vezes acontece-nos. Mas um acaso pode modificar o nosso dia e,inesperadamente, surgir algo diferente.
Ser convidada para um restaurante japonês e conhecer pessoas muito heterogéneas.
Experimentei o sushi e acabei na praia a fazer yoga com uma argentina, uma alemã, uma senhora espanhola casada com um português. Posso dizer que foi uma tarde muito "internacionalista". Esqueci-me de dizer que Alícia, a professora de yoga está casada com um japonês. E ainda conheci uma senhora de mais de 80 anos, com um aspecto e uma mente maravilhosa.
A vida é inesperada!
As fotos tirei-as quase no final da refeição, por isso os pratos estão muito incompletos.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O cheiro da maresia
Gostaria de ter um encontro com o mar todos os dias. O cheiro da maresia enche-me a alma.
Quando ouço o bater das ondas, apetece-me descalçar e sentir a areia molhada escorrer entre os dedos.
Esta semana fui duas vezes vê-lo, à noite. Inspirei e senti-o. O mar agarrou-se na minha pele e beijou-me o rosto.
É uma sensação única!
Esta foto tirei-a num fim de tarde, na praia da Madalena.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Arte e vinhos
A Arte e Vinhos casaram no Aliança.
No Sábado, um grupo de amigos rumaram até Bairrada.
Conhecer uma parte da colecção do comendador Berardo é deveras interessante.
Cerca de "um quilómetro e meio" de área de cave estava desaproveitado. E agora, quem a visita poderá deliciar-se com esta colecção, desde a arte africana, aos corais e fósseis...
E não esqueceu a arte popular de Rafael Bordalo Pinheiro!
As andorinhas que Bordalo representa estão presentes em muitas casas portuguesas.
Uma arte, infelizmente, nem sempre apreciada.
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