segunda-feira, 18 de julho de 2011

Afrodite

"...o único afrodisíaco verdadeiramente infalível é o amor. Nada consegue deter a paixão acesa de duas pessoas apaixonadas. Neste caso não importam os achaques da existência, o furor dos anos, o envelhecimento físico ou a mesquinhez das oportunidades; os amantes dão um jeito de se amarem porque, por definição, esse é o seu destino." (Isabel Allende)

"Arrependo-me dos pratos deliciosos rejeitados por vaidade, tanto como lamento as oportunidades de fazer amor que deixei passar para me dedicar a tarefas pendentes ou por virtude puritana", já que a " sexualidade é um componente da boa saúde, inspira a criação e é parte do caminho da alma... Infelizmente, demorei trinta anos para descobrir isto". (Isabel Allende)

in: "Afrodite: Contos, Receitas e Outros Afrodisíacos" de Isabel Allende

Chocolate, será mesmo afrodisíaco?



O chocolate é o tradicional presente do amor estando ao mesmo nível das rosas como sendo o presente mais romântico que se pode oferecer. Mas é mesmo afrodisíaco? Existem evidências que a resposta é, sim. O chocolate contém 3 substâncias, cafeína, teobromina e fenil-etil-amina que podem estar relacionados com o mito. A cafeína actua como estimulante. Teobromina estimula o músculo do coração e o sistema nervoso. E a fenil-etil-amina tem a reputação (não existem ainda provas conclusivas) de ser responsável pelo bom humor e der ser um antidepressivo.

A combinação destas três substâncias, dando-lhe energia extra, fazendo o seu coração bater mais rápido...bem, é fácil ver porquê o chocolate está relacionado com o amor. Na realidade o rei Azteca Montezuma tinha por hábito beber uma bebida á base de chocolate antes de visitar as suas mulheres. Seja como for, é preciso lembrar que estas substâncias estão presentes no chocolate em pequenas quantidades.
(fonte: food-info.net)

Vou já comer chocolate! Nao quero correr o risco de perder o bom humor...

momento de ouvir

domingo, 17 de julho de 2011

Estou sempre a aprender



Há dias, num passeio pelo campo, um amigo ensinou-me algo que desconhecia sobre os bugalhos. Parámos junto a um carvalho com bugalhos. Alguns caídos no chão, outros ainda na árvore. Perguntou-me se eu sabia a origem do bugalho ( pensei que fosse um fruto e rimo-nos com a minha ignorância...).

O que aprendi naquele dia! Desconhecia o nome ciêntifico do carvalho: quercus. E que a Quercus deu o nome à sua organização em homenagem a estas espécies.

O bugalho é uma saliência, com a forma arredondada, que todos conhecemos, devido ao depósito, num dos seus ramos, de um ovo de vespa (daquelas que eu tenho muito medo!),
A vespa desenvolve-se e alimenta-se no interior do bugalho, onde passará por todas as fases das suas metamorfoses: larva, ninfa, insecto adulto... Curioso, não é?

Nesse dia, aprendi ainda, que podemos ser felizes dando valor a pequenas coisas simples da vida.
Trouxe para casa pequenos bugalhos, um caracol "limpinho"... e, sobreudo, um bem estar calmo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mais do que gostaria...


" Tive de dizer adeus mais vezes do que o que gostaria, mas toda a gente passa por isso. E por muitas vezes que o façamos, mesmo quando é por um bem maior, continua a doer. E embora nunca nos esqueçamos do que prescindimos, temos sempre que seguir em frente. Só não podemos é passar a vida com medo da próxima despedida. Porque o mais provável é que nunca irão acabar. O truque é saber quando é que as despedidas podem ser uma coisa boa. Quando são uma oportunidade para recomeçar."

Autor Anónimo/ Desconhecido

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A melhor lampreia...


Recordo com saudade quando ia com o meu pai saborear a lampreia desta casa "Debaixo da Ponte" - era assim que lhe chamávamos. Uma casa de aldeia, muito simples, mas com a melhor lampreia das redondezas. As portas da sala, onde era servida a refeição, eram de madeira pintadas em azul turquesa, com "bandeiras" a terminar no cimo. Gente genuína que ainda faziam o café na cafeteira de alumínio, onde mexiam, mexiam e depois deixavam assentar a borra no fundo.

Esta casa agora reconstruída e transformada num restaurante. Espero que não tenha perdido a sua genuinidade.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O Sol nas Noites e o Luar nos Dias


O SOL NAS NOITES E O LUAR NOS DIAS

De amor nada mais resta que um Outubro
e quanto mais amada mais desisto:
quanto mais tu me despes mais me cubro
e quanto mais me escondo mais me avisto.

E sei que mais te enleio e te deslumbro
porque se mais me ofusco mais existo.
Por dentro me ilumino, sol oculto,
por fora te ajoelho, corpo místico.

Não me acordes. Estou morta na quermesse
dos teus beijos. Etérea, a minha espécie
nem teus zelos amantes a demovem.

Mas quanto mais em nuvem me desfaço
mais de terra e de fogo é o abraço
com que na carne queres reter-me jovem.

Natália Correia

O que as mulheres querem


Tu estás convencida há vários anos de que eu não te compreendo. Esta é sempre a teoria das mulheres, que não são compreendidas, que não são queridas, que não são adoradas, as queixas montanhas grandes, queixas enormes, sempre a justificar uma infelicidade que lhes vem lá do fundo da criação do mundo, do útero, da terra, as mulheres reflectem o útero feminino da terra, um útero cheio de aflições, em conclusão, queixam-se de tudo então entre os quarenta e os cinquenta, esse útero funciona nas alturas, é um útero cósmico que já não é parte de uma mulher, pertence à mulher do mundo. Há muita verdade no que dizes, o homem desinteressa-se facilmente, depois do acto do amor, depois logo sacode as penas, arrebita, passa à frente, domina outro mundo, a mulher fica fechada, acanhada nesse encontro muito íntimo, nesse seu mais fundo dos fundos, na identidade uterina com a ideia da criação, da reprodução da génese, salta, salta, forma-se na mulher a visão do caos a que só ela pelo amor pode dar uma nova regra, pelo domínio da paixão, pela companhia, para isso tem de ser compreendida, ela julga que é compreendida, tem de justificar a sua infelicidade pela compreensão do amor, de um outro amor, a mulher busca no outro amor o amor definitivo, amor que nunca aparece, é o poder fantásmico de convicção, que rompe todas as barreiras, a mulher atira-se, não sabe onde nem como, é capaz dos maiores actos de heroísmo clandestino, aparece, vai, surge, abre-se, mostra o que é o amor, a sua entrega total.

Ruben A., in 'Silêncio para 4'

O que as mulheres querem é serem amadas e desejadas!

domingo, 10 de julho de 2011

A mais nova Nação do Planeta

A mais nova Nação do Planeta,desde as zero hora de Sabádo, dia 9 de Julho de 2011: Sudão do Sul.

Tantas guerras! para quê? Milhões de vidas ceifadas ao longo de cinco décadas.
Nas ruas de juba, a capital do novo país, a população festejou este primeiro dia de independência. Dançavam e gritavam o nome do presidente.

Salva Kiir!
Salva Kiir!

Um homem ajoelhou-se e beijou o chão. "Eu sou livre" - dizia Daniel Deng, um polícia de 27 anos.

Palácio da Brejoeira




Uma chuva miudinha esperava-nos junto ao portão. Do lado de fora das grades, avistámos o palácio. Enorme e imponente!
A chuva não impediu a visita aos jardins e levou-nos mais depressa ao imaginário do passado: o lago com os nenúfares, a ala dos namorados, por detrás dos arbustos, o jardim das Camélias, que, por sua vez, conduz a uma quinta onde se cultiva a vinha.
A adega, onde se faz o famoso "Alvarinho Palácio da Brejoeira", cheirava a mosto do vinho e a velho.

Já no interior do palácio...
Deambulámos pelos salões, o quarto do rei, a sala dos fumadores, a sala das armas...
admirei os azulejos, alguns apreciam pinturas.
O que mais amei: o teatrinho, com cenários em azul céi. Apeteceu-me trazê-lo apra casa!

sábado, 9 de julho de 2011

Um vinho fresco


" Caindo do alto, da bojuda infusa verde-um vinho fresco, esperto, seivoso, e tendo alma. entrando mais na alma, que muito poema ou livro santo"

Eça de Queiróz

Jardins


Sempre gostei do Minho. Com a sua paisagem bucólica, as ramadas de vinho e a verdura que nos cerca para qualquer lado que vamos...
Ontem fiquei a gostar ainda mais. Até da chuva que me acompanhou o dia todo!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A árvore da vida



Vi este filme hoje. Um filme com imagens fabulosas e uma música poderosa. Faz-nos reflectir...

"A aproximação com o foco na relação entre pai e filho, o que expande a visão desta rica relação, desde o Big Bang até o fim dos tempos. O filme mostra uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios que chega ao ponto mais elevado na busca pelo amor altruísta e o perdão..."